segunda-feira, 4 de junho de 2012

9 dúvidas sobre como criar um gatinho


O mais novo integrante da família acabou de chegar. E agora, como cuidar dele? Com ajuda do médico veterinário Rogério Lobo, do consultório Dog Cat, no Rio de Janeiro, o iG preparou um guia prático de como criar um gato. Veja abaixo as dicas, que também servem para quem já tem um bichinho em casa.
Quais são as vacinas obrigatórias?
A vacinação é feita da seguinte forma: aos dois meses de idade, o animal recebe a primeira dose da quadupla (vacina contra rinotraqueíte, panleucopenia, calicivirose e clamidiose). Aos três meses, é dada mais uma dose da quadupla e aos quatro, a vacinação anti-rábica. Depois desse período, as vacinações são anuais com uma dose da quadupla e uma da anti-rábica.
Tem mesmo que ter caixinha de areia?
Os felinos têm por hábito fazer suas necessidades e enterrá-las em caixas de areia. Além de mais prática para a limpeza, é também mais higiênico. Mas, para isso, o ideal é limpar a caixinha todos os dias e, se possível, use mais de uma por animal. Uma opção ecologicamente corretamente ecológica é substituir a areia por granulado higiênico de madeira. O produto promete diminuir em até cinco vezes os odores das excreções. Não esqueça de lavar as mãos depois de entrar em contato com a caixa.
Pode deixar a ração o dia inteiro no potinho?
Os gatos, diferente dos cães, devem se alimentar várias vezes ao dia. O importante é que a alimentação esteja sempre fresca e o pote sempre limpo. O que também não pode faltar é água fresca à vontade.
O animal pode ficar sozinho durante o dia?
Não tem problema nenhum. Os gatos se adaptam muito bem sozinhos. Mas o importante é deixar sempre à disposição água e comida. Se você vive em um apartamento, não esqueça de fechar as janelas para evitar quedas.
Pode levar para passear?
Pode. Mas os felinos não aceitam muito coleiras como os cães. Por isso, cuidado para não transformar o momento de lazer em um tormento para você para o seu gato. Teste em casa e se ele não gostar, não force a atividade.
Quais os perigos de deixar o gato vagar pela rua à noite?
Os gatos não são animais que gostam de ficar confinados em casa. Porém, o hábito de vagar à noite ou de dia não é aconselhável. O grande perigo é contaminação de doenças transmitidas por gatos doentes, como a Aids felina e a Leucemia felina. As duas são virais e ainda não existe tratamento 100% eficaz.
É preciso castrar o animal?
Recomenda-se a castração, principalmente, se o seu animal tiver o hábito de ir à rua. Outro motivo apontado pelos veterinários é o fato do ato sexual dos gatos ser muito violento e provocar alguns machucados. A castração também é indicada para o controle populacional, uma vez que um único casal pode dar origem a, aproximadamente, 20 mil gatinhos em período de 4 a 5 anos.
O que fazer para que o animal não solte tanto pêlo?
Os animais, assim como nós, perdem pêlos. Por isso, o ideal é a escovação diária da pelagem. É também preciso ficar atento ao hábito dos gatos de se lamberem para tirar os pêlos mortos. Se a queda for muito intensa, o ideal é levá-lo ao veterinário para uma consulta e investigação do problema.
Posso cortar as unhas do meu gato para que ele não destrua o sofá?
Não há nenhum problema em cortar as unhas dos gatos, mas isso não é garantia de que os sofás ou qualquer tipo de móveis não serão danificados. Uma saída é ter um arranhador específico para animais, à venda em lojas de pets, em diversos formatos e materiais.
Fonte:http://delas.ig.com.br/comportamento/2012-06-04/9-duvidas-sobre-como-criar-um-gatinho.html

sexta-feira, 1 de junho de 2012

vei na boa...só isso?

Já passou por isso?

Comedouro ecológico

Foto

quarta-feira, 30 de maio de 2012

vei na boa..que frio

vei na boa..tá bão

terça-feira, 29 de maio de 2012

Hey gato

Cadela pit bull perde pata após salvar dona desmaiada sobre linha de trem


Uma cachorra da raça pit bull chamada Lilly está sendo chamada de heroína após salvar a vida de sua dona, que desmaiou embriagada sobre trilhos de trem em Shirley, no estado americano de Massachusetts.
Lilly, de 8 anos, acabou sendo atingida depois de arrastar Christine Spain para a segurança. Levada para o veterinário, ela teve parte da pata dianteira direita amputada, segundo a reportagem da emissora FOX em Boston.

O maquinista diz que viu a cadela puxando a mulher da linha de trem por volta de meia-noite da última sexta-feira (5). Ele acionou os freios, mas a locomotiva parou por completo só depois de atingir Lilly. A mulher não sofreu nenhum ferimento.
A cachorra teve a ponta da pata dilacerada, sofreu fraturas na pélvis e ferimentos internos, mas se manteve ao lado da dona até que o socorro chegassem ao local, disse um bombeiro.
O filho de Christine, David Lateigne, explicou que a mãe sofre de alcoolismo há muitos anos. Ele mesmo deu Lilly para a mãe como forma de companhia, após resgatar a cachorra três anos atrás.
"Sempre soubemos que ela é um cão especial. E ela mostrou exatamente o que é um pit bull, ela foi até o fim", conta David, emocionado. Ele trabalha como policial em Boston, longe da mãe.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

vei na boa..não vou mais beber

domingo, 27 de maio de 2012

vei na boa..mecânica é tenso

Significado da Gíria "Véi"


O Coração Sempre Abre Espaços ou a Caixa

Bicho não é lixo!

bichonolixo

sábado, 26 de maio de 2012

Pitbull se recusa a deixar cadela morta


Uma foto emocionante de um pitbull que se recusa a sair do lado de uma cadela morta em uma estrada de Phoenix, nos Estados Unidos, tem deixado milhões de usuários do Facebook sensibilizados.
De acordo como uma filial do canal Fox em Phoenix, a cadela, que também era uma pitbull, teria sido atropelada por um carro na sexta (19). O cachorro ficou ao lado do corpo por mais de 14 horas seguidas.
"Ele não a deixava de jeito nenhum, então um comerciante deixou água e comida por perto", informou a TV. "O cachorro ficou deitado ao lado dela, dando focinhadas, até recolherem o corpo na manhã do sábado (20)".
Os cães não tinham identificação nenhuma quando foram encontrados. "Levamos o cão vivo para um abrigo em East Valley", disse o responsável pelo controle de animais na cidade, Rodrigo Silva. O oficial também contou que o pitbull está "um pouco isolado e parece estar muito triste".
"Se ele continuar a demonstrar isolamento, nós vamos colocá-lo em um centro de reabilitação que poderá ajudá-lo a se livrar do sofrimento", disse Silva ao Daily Mail.
"Estou tão irritada com isso", afirmou Karyn Aspan, que viu a foto no Facebook e escreveu em seu mural: "O controle de animais só respondeu o chamado 14,5 horas depois".
Aspan, que mora em Chicago, disse à Fox 10 que ligou para a prefeitura de Phoenix para reclamar, e lançou uma campanha no Facebook para achar um lar par ao cãozinho.

vei na boa...ta faltando peça

Valor de um focinho

sexta-feira, 25 de maio de 2012

vei na boa..eu sei o caminho

vei na boa...me deixa dormir

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Deus na boa...faz meu dono deixar eu dormir na cama

vei na boa...to com medo

terça-feira, 22 de maio de 2012

veio na boa..tem 50 centavos?

domingo, 20 de maio de 2012

veio na boa...quantos anos você tem?

sábado, 19 de maio de 2012

veio na boa..não bebo mais

sexta-feira, 18 de maio de 2012

veio na boa...por que vc me cutucou?

quinta-feira, 17 de maio de 2012

vei na boa...me formei

quarta-feira, 16 de maio de 2012

vei na boa..deixa eu dirigir?

vei na noa...cachorro quente é a mãe

A lingua dos animais espalha amor

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Cães medrosos


O medo não é uma característica incomum no mundo canino. De acordo com Alexandre Rossi, zootecnista e especialista em comportamento animal, 10% dos cães são medrosos -muito medrosos- e passam a maior parte do dia com pavor de alguma coisa, seja do ruído de carros ou trovões, seja de pessoas ou animais desconhecidos e até da possibilidade de sair para passear."É uma timidez própria do bicho, que acaba se tornando assustadiço, está sempre esperando o pior. Esse medo pode ser inato ou adquirido", afirma o veterinário Oswaldo Pasqualin.
Existe uma predisposição genética, e não racial, para a personalidade mais medrosa, segundo Rossi. Mas o zootecnista acredita que o problema seja agravado por falhas na sociabilização do bicho no período mais importante, até os três meses de idade -que coincide com a fase em que o animal não deve sair de casa porque ainda não foi vacinado.
 "Na etologia (estudo dos hábitos dos animais), esse período é chamado de janela da sociabilização. Da quarta à décima primeira semana se dá a fase mais suscetível a traumas. É nesse período que ele aprende do que tem medo e do que não tem. O ideal é ir apresentando o mundo ao cão até que ele complete três meses, e não a partir daí. Mas é preciso todo cuidado para que ele não tenha uma experiência ruim", afirma. Ele recomenda que o cão, ainda filhote, conviva com gente e com outros animais, desde que saudáveis. "Uma opção é levá-lo no colo aos shoppings que permitem, por exemplo", afirma Rossi.

véi, na boa sô macho